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Moradia na freguesia de Ancas, concelho da Anadia

Paterfamilia - Vendas Judiciais e Extrajudiciais > Bens Imóveis  > Moradia na freguesia de Ancas, concelho da Anadia

Moradia na freguesia de Ancas, concelho da Anadia

N/ref: 2256

Temos para venda por negociação particular  umPrédio Urbano, sito na Rua da Ameixoeira,  Ancas, destinado a habitação, união das freguesias de Amoreira da Gândara, Paredes do Bairro e Ancas, concelho de Anadia, descrito na Conservatória dos Registos Civil, Predial, Comercial e Automóveis de Anadia sob o nº 2137 da freguesia de Ancas, e inscrito na matriz sob o artigo 325 da mesma freguesia.

Casa de habitação de cave ampla para arrumos com 125 m2. R/C com cozinha com 12 m2,corredor, quarto de banho, lavabos, sala 11,50 m2 outra sala 22 m2, quarto com 13, quarto com 14 e dois com 10 m2 cada.

Área total do terreno: 1.400 m² Área de implantação do edifício: 190 m² Área bruta de construção: 329 m² Área bruta dependente: 190 m² Área bruta privativa: 139 m²

Encontra-se registado o direito de uso e habitação a favor de Dulce da Conceição Almeida e Silva Barros.

Pode aceder aos documentos e fotos no fundo da página  em ver mais

Tenha em atenção que existem vários acontecimentos que podem ditar um desfecho diverso do expectável, a saber:

a) Exercício do direito de remissão;  b) Exercício do direito de preferência; c)Insolvência do executado; d) Pagamento da dívida; e) Eventual verificação de irregularidade que dita a invalidade da venda.

No caso de entrega coerciva do imóvel adjudicado:
O proponente que requerer a entrega coerciva do imóvel, a diligência poderá ter  custos que serão da responsabilidade desse mesmo proponente, nos termos da legislação processual civil – Consultar o Artigo 50.º, N.º 4 da Portaria N.º 282/2013 de 29 de Agosto
” Nos processos executivos para pagamento de quantia certa, quando haja lugar à entrega coerciva de bem ao adquirente, o agente de execução tem direito ao pagamento de 1 UC, a suportar pelo adquirente, que poderá reclamar o seu reembolso ao executado.”

De acordo com a Legislação de Proteçao de Dados em vigor, o proponente fica advertido de que os seus dados pessoais são obrigatórios e se destinam unicamente a ser juntos aos autos a acompanhar a proposta de compra, de modo a identificar devidamente o proponente, e que não será dado qualquer outro uso, por parte da Paterfamilia, Lda.

Apontando Mão Desenho Para Colorir - Ultra Coloring PagesANTES DE APRESENTAR PROPOSTA POR ESCRITO POR FAVOR CONSULTE AQUI AS CONDIÇÕES DE VENDA

AS PROPOSTAS PODEM SER ENVIADAS POR EMAIL OU CARTA DEVERÁ CONTER O NOME DO PROPONENTE, MORADA, N.º DE CONTRIBUINTE, ESTADO CIVIL, REGIME DE CASAMENTO, CONTACTO TELEFÓNICO E IDENTIFICAR O IMÓVEL E VALOR DA PROPOSTA, DECLARANDO QUE TOMOU CONHECIMENTO DAS CONDIÇÕES DE VENDA E DE QUE ACEITAS AS MESMAS.

Obs:  Para todos os bens móveis e imóveis, provenientes de execuções judiciais, o interessado pode sempre apresentar uma proposta (mesmo que seja abaixo do valor base e sem qualquer compromisso da nossa parte) que será remetida ao processo de execução e a qual será dada conhecimento ás partes intervenientes para se pronunciarem sobre a mesma, e à qual posteriormente e logo que possível, daremos resposta de que foi aceite ou não.
Com a apresentação da proposta, presume-se que o interessado tenha inspeccionado o imóvel e conhece ou foram-lhe facultadas as suas características, declinando-se qualquer responsabilidade pelo seu estado de conservação;
Após a aceitação da proposta todos os custos inerentes à celebração da respectiva escritura de compra e venda serão suportados pelo adquirente;
Os imóveis vendidos no âmbito judicial os ónus e encargos que recaem sobre os mesmos caducam, nos termos dos artigos 827 n.º 2 do Código do Processo Civil e  824 n.º 2 do Código Civil
Tenha mais ainda em atenção do seguinte:
1) Nos termos do n.º 6 do art. 833º do Código de Processo Civil, a presente transmissão está dispensada da apresentação da licença de utilização ou ocupação, ficando a adquirente advertida do ónus da legalização do imóvel, caso assim seja necessário, são da sua responsabilidade.
2) Na eventualidade de estar a licitar em nome ou representação de terceiro, antes de o fazer, deve certificar-se de que tem efectivamente poderes bastantes para licitar em representação desse terceiro sendo que:
– Caso esteja a licitar em representação de uma pessoa colectiva, deverá ser o legal representante da mesma, com efectivos poderes para ao acto, de acordo com os respectivos estatutos da sociedade.
– Caso se trate de pessoa singular, deverá estar munido da competente procuração, com poderes especiais para o acto. Os poderes de representação, num ou noutro caso, deverão ser posteriormente demonstrados no processo de execução respectivo, caso o bem venha a ser adjudicado.
-Caso se verifique, no âmbito do processo de execução em causa, que o licitante / utente não tem os poderes de representação invocados, este é então considerado PESSOALMENTE RESPONSÁVEL pela apresentação da proposta, acarretando para si todo um conjunto de responsabilidades como aquela que resulta da falta de depósito do preço, nos termos do Art. 825.º do Código de Processo Civil.
A escritura de compra e venda apenas será realizada com o apresentante da proposta e não com terceiros que este possa vir a indicar; A escritura de compra e venda será realizada em local, data e hora a designar pela Encarregada da Venda
A venda é efetuada nos termos do disposto no art. 833º do CPC, por Negociação Particular, em que foi nomeada a Paterfamilia-Vendas Judiciais Lda., entidade devidamente creditada pelo D.L. nº 155/2015 de 10 de Agosto, com o n.º de registo 106, portadora do seguro de responsabilidade civil , Apólice nº 2504916 – Companhia de Seguros HISCOX Insurance Company Limited. 

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